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O ser humano não existe sozinho. É na relação que ele se constrói.

O ser humano não existe sozinho. É na relação que ele se constrói.

Autoconhecimento e desenvolvimento pessoal

O ser humano não existe sozinho. É na relação que ele se constrói.

Se não houvesse um tu, como poderia eu saber o que sou?

O ser humano não existe sozinho. É na relação que ele se constrói. – Por Ícaro Henrique

O ser humano não existe sozinho. E, se não existe isolado, por que os homens insistem em destruir um ao outro? Eu sei quem eu sou na relação eu-tu, é aí que minha individualidade se mostra. Se não houvesse um tu, como poderia eu saber o que sou? Para que se revele um eu, eu preciso da inter-relação, a fim de perceber o que sou e o que não sou. A consciência se dá no contraste. Eu percebo que uma rosa é vermelha porque o caule é verde.

O fim de uma cor me mostra o início de outro e, portanto, a existência de cores. Assim sou eu ao perceber minha individualidade, minha personalidade: é no contato, na relação com o outro. Sartre já nos lembra que nos percebemos através do outro. É porque vejo que alguém é extrovertido que sei que sou introvertido; é porque vejo alguém alto que sei que sou baixo. A relação entre pessoas é fundamental para a percepção de quem sou. Ao ter internalizado uma realidade de mundo externa que eu posso voltar para dentro de mim mesmo e conhecer muitos aspectos daquilo que sou, daquilo que existe em mim e que me constitui.

Tudo isso é interessante de se pensar, mas em que isso implica numa realidade prática? Uma constatação imediata que se pode apreender disso é que as diferenças humanas não são ruins, não devem ser temidas por mim, não devem ser postas distantes de mim. De igual modo, não devo apenas abraçar aquilo que me é semelhante, aquilo que é homogêneo em mim, na minha realidade. As diferenças me fazem perceber o que não sou, tanto quanto as igualdades me fazem perceber o que sou. Porém, não ficaria tão claro aquilo que sou se houvesse apenas o igual. Como já fora mencionada a Teoria do Impacto, onde, se tudo fosse azul, eu não perceberia o azul. Só seria possível perceber o azul quando uma outra cor contrastasse em minha percepção. O diferente é de fundamental importância se quisermos conhecer a nós mesmos.

Leonardo Boff não poderia ter sido mais claro ao dizer que, tolerância é permitir que o outro seja, e seja tão diferente que eu possa até não entender, mas sei que é uma forma também humana de existir. É possível ser humano de várias formas e todas essas formas são importantes para todos, a fim de se conhecerem através desse outro, que gera contraste.

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Sobre o autor:

Estudante de Psicologia por opção, por amor e por estilo de vida. Cronologicamente, 23 anos. Natural de João Pessoa – PB e visitante de terras não-geográficas bem distantes.

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